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Como usar Thuya avícola?

01 de Agosto de 2022
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Você conhece a Thuya avícola? Esse remédio é bastante utilizado para um problema comum que acomete o corpo das aves. A bouba aviária é uma doença que pode surgir facilmente em criações avícolas e contaminar rapidamente todos os animais da criação com verrugas e feridas.


Ela pode ser transmitida por escamas dos nódulos secos que são levadas pelo vento, contato com pus e o mosquito também pode transmitir ao alimentar-se de sangue de um animal contaminado e logo após alimentar-se do sangue de um animal sadio isso causara a propagação da doença. A doença também pode ser repassada por intermédio dos alimentos, da água e do material avícola.


Galinhas, perus, marrecos, patos, pombos e pássaros podem adquirir a doença, pois todos são sensíveis a ela, sendo que a doença tem período de incubação de aproximadamente uma semana.


Basicamente, a epiteliomatose contagiosa das aves, varíola, bouba, pipoca ou bexiga é causada por um vírus, caracterizado por lesão eruptiva da pele sobre as partes da cabeça, pernas e outras regiões que se acham desprovidas de penas. Ou seja, a bouba é uma doença infecciosa ao mesmo tempo contagiosa, transmitindo-se a todas as aves do galinheiro.


Geralmente as feridas surgem na crista e barbela das aves. Estas são caracterizadas por pequenos nódulos que aos poucos aumentam de volume, que aparecem róseos no início e se tornam enegrecidos mais tarde.


Se não for rapidamente tratada, as aves doentes abandonam os alimentos, cessam a postura, emagrecem, tornam-se tristes, febris, sonolentas e morrem. Além disso, o crescimento dos pintos fica paralisado.


Para isso, recomenda-se a utilização da Thuya avícola, um dos principais remédios indicados por especialistas em saúde de aves. Além da grande eficácia no tratamento, a medicação é possui diversos benefícios, como a indicação para diferentes espécies de aves, tratamento rápido e fácil manuseio e administração


Vale destacar que o tratamento com a Thuya avícola é curativo para as aves, mas também serve como preventivo contra a bouba. Assim, a Thuya avícola é o melhor e mais indicado no tratamento de verrugas e condilomas, resultantes de processos infecciosos e de afecções como a bouba avícola, sendo indicado como adjuvante na remoção de calosidades em aves.


O seu uso, como destacamos anteriormente, é de fácil manuseio. Basta fazer a aplicação da Thuya avícola nas regiões afetadas com auxílio de cotonete ou bastão com uma mecha de algodão na ponta, uma vez ao dia, durante 06 (seis) dias, até o desaparecimento das afecções.


Também é possível fazer a aplicação oral da medicação, adicionando


5ml (uma colher das de chá) do produto Thuya Avícola em cada litro de água dos bebedouros, no início do dia, descartando as sobras no final do dia, durante 02 (duas) semanas. Deve-se suspender o uso por 01 (uma) semana e retornar caso os sintomas não tenham desaparecido.


 


Sobre a bouba aviária e a importância do uso da Thuya avícola


Como destacamos anteriormente, a bouba aviária é uma doença que afeta vários tipos de aves, entre elas as galinhas, codornas, perus, pombos e pássaros. Ela é causada por um vírus chamado Poxvirus e tem sido encontrada desde o início da domesticação de galinhas.


Foi em 1929 que mostrou–se ser causada por um vírus e, a partir disso, vacinas comerciais eficazes com vírus vivo tornaram–se disponíveis durante a década de 60. A partir da década de 70, foram desenvolvidas cepas suaves, seguras o suficiente para serem aplicadas em pintos de apenas um dia de vida.


A doença se caracteriza por feridas criadas na pele dos animais e embora a bouba aviária não seja uma doença respiratória, está incluída nesta seção porque causa sintomas respiratórios e asfixia. 


Os Poxvírus contêm DNA e estão entre os maiores vírus conhecidos e como a maioria dos vírus grandes e com invólucros, são facilmente destruídos pela maioria dos desinfetantes comuns.


Assim, a bouba aviária é uma doença de proliferação lenta, caracterizando-se pela formação de lesões proliferativas na pele, discretas, nodulares, nas regiões desprovidas de pena do corpo da ave (forma cutânea); ou lesões fibrino-necróticas e proliferativas na membrana mucosa do trato respiratório superior, boca e esôfago (forma diftérica).


No entanto, se os vírus tornarem–se extremamente ressecados, ficam muito mais resistentes a desinfetantes fenólicos e formalínicos.


Ainda é importante ressaltar que o Poxvírus pertence ao grupo geral dos vírus viróticos que abrangem diversos tipos de varíolas e vírus. 


Eles podem causar tumores como Mixoma e Fibrioma dos coelhos, porém cada um infecta um grupo de animais de diferentes espécies. O Poxvírus avium ataca o tecido epitelial das aves que forma o revestimento mais externo das aves dentro da criação em cativeiro.


Normalmente os índices de mortalidade são baixos, mas dependendo do manejo sanitário, esses números podem aumentar, causando infecções secundárias e agravando a situação.


Os sintomas apresentam-se tanto em pintos quanto em aves adultas. Nas aves crescidas eles são mais evidentes, pois já chegaram a um certo grau de imunidade. 


O animal infectado apresenta tristeza, arrepio, se torna retraído e febril. Surgem manchas amareladas que se desenvolvem e se tornam castanhas escuras. Os nódulos (Epiteliomas) apresentam-se principalmente na cabeça e a doença ataca áreas que não tem penas.


Com o passar do tempo os nódulos secam e descamam e somem, porém a grande perda de animais que não conseguem sobreviver pela agressividade da doença.


A bouba ainda pode aparecer ou desenvolver-se de forma a causar nódulos ou placas amareladas no canto do bico, na língua e garganta o que pode causar sinusite e inflamação dos ossos do crânio, isso pode levar a falta de ar pelo inchaço cranial.



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